Publicado em 12/04/2013 11h21 - Atualizado em 12/04/2013 11h39

Renato Mimesi explica pressa em conceder habeas corpus a Sobrinho

Porto Velho - Rondônia - O desembargador Renato Mimesi, da 2ª Câmara Especial do Tribunal da Justiça de Rondônia, explicou em entrevista porque o pedido de habeas corpus das defesas do ex-prefeito Roberto Sobrinho (PT) e do ex-vereador e ex-presidente da Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano (Emdur) foi analisado com uma pressa incomum.

“Não houve nada de mais. O desembargador Walter Waltenberg poderia ter emitido um parecer monocraticamente, mas decidiu submeter o pedido ao colegiado. Liminares e habeas corpus têm sido julgados com celeridade no Tribunal de Justiça, não apenas neste caso”, garantiu Mimesi.

Pela manhã da última quinta-feira (11), durante coletiva, o procurador geral do Ministério Público, Héverton Aguiar, estranhou a pressa com que foi concedido o habeas corpus da dupla presa na última terça-feira (09) durante a Operação Luminus, sob a acusação de esquema fraudulento de desvio de recursos da ordem de R$ 27 milhões da Emdur.

“Como foi possível, de modo tão rápido, terem sido lidas as mais de 300 páginas do processo?”, questionou Aguiar.

Dos presos na operação comandada pelo Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), que é presidido por Aguiar, somente Sobrinho e Mário Sérgio foram soltos.

Autor: Rondonoticias

Comentários do Site »

  • GGaito 12/04/2013 20h:11

    Valfrido, você é uma vergonha, deves ter participado da safadeza destes corruptos.

  • gleibson sales 12/04/2013 17h:24

    Membros do tribunal de justiça do estado de Rondonia atitude como essa, desse habeas corps de soltura que solta essa quadrilha, deixa a população do Brasileira com vergonha de ser brasileiro

  • Valfrido Gomes 12/04/2013 15h:49

    Vocês não estão entendendo:O procurador héverton precisava de alguma coisa de impacto para aparecer, no dia nacional de barulho do Ministério Público. E daí conseguiu a prisão do Sobrinho e de outros.
    Prometeu mais prisões, falou e falou, como um paladino da moralidade. Mas ficou com cara de tacho ao ver os pupilos presos escafederem-se com o aval do Judiciário local, que não precisa de holofotes.

    Comentarista Caio: Se seu ídolo é o traficante e cocaineiro Cazuza, aí estamos conversados...Está bem acompanhado!!!

  • Caio 12/04/2013 14h:09

    Dinheiro amigo, dinheiro. os maus exemplos do Judiciário estão espalhados por todo o País.

    Verdadeiros gafanhotos travestidos de paladinos da justiça. Justiça para os ricos, para o pobre, o rigor da lei.

    Cazuza tinha razão: "A tua piscina tá cheia de ratos, tuas idéias não correspondem aos fatos, o tempo não para, não para não, não para. Eu vejo o futuro repetir o passado, eu vejo um museu de grandes novidades, o tempo não para, não para não, não para."

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