RONDONOTICIAS terça-feira, 24 de novembro de 2020 - Criado em 11/10/2001

Condenação de Raupp é um alerta para outros políticos seduzidos pelo dinheiro


Por Gessi Taborda

08/10/2020 09:08:06 - Atualizado

FILOSOFANDO

“O que a história ensina é que os governos e as pessoas nunca aprendem com a história”. FRIEDRICH HEGEL, filósofo germânico nascido em agosto de 1831, morreu aos 61 anos em Berlim. Tido como o criador da filosofia da modernidade por excelência.

EDITORIAL

Tratemos de um assunto importante para entendermos a debacle de muitos políticos do Brasil, inclusive aqui em Rondônia. Ganância, esse é um dos motivos responsáveis pela decadência de políticos sempre insaciáveis em sua busca pelo poder e pela riqueza imensa.

Rondônia nasceu como um Estado de grande esperanças para brasileiros sonhadores em reconstruir a vida. Eram os pioneiros que aqui chegaram de todos os pontos do Brasil dispostos a aproveitar as oportunidades de construir uma vida melhor para si e seus familiares.

A maioria meros pés-rapados vindos do sul do país e do nordeste. Alguns desses aqui tiveram a oportunidade de entrar na política para construir uma carreira. Alguns escreveram uma carreira meteórica a ponto de ser confundidos, em sua liderança, como “estadistas”. Um desses capiaus que conseguiram sair do roçado e chegar ao ponto mais alto do poder foi Valdir Raupp, agora condenado no STF por corrupção e lavagem de dinheiro.

Eis ai um político que provou como a insaciável busca de poder e riqueza obscurece a mente. Quem no passado admirava esse personagem pela sua tenacidade e também pelas linhas de um caráter de humildade tem todos os motivos para estar decepcionado nos dias de hoje. Que lástima ver um sujeito saído do nada ser praticamente jogado no limbo após ter ido aos píncaros da política, inclusive presidindo nacionalmente um partido como o MDB.

A história de Valdir Raupp, agora condenado na mais alta corte nacional, deveria ter servido de exemplo para outros políticos do estado. Aliás a história de políticos que no passado recente se sujaram completamente no pantanal da corrupção deveria ter ajudado o próprio Raupp a resistir e não terminar sua vida pública de maneira tão desastrada. Sim, Valdir Raupp não foi o primeiro a se deixar corromper no exercício do poder popular.

Talvez não acreditasse que a ganância faz esquecer o bem comum e é quase sempre alimentada por mentiras e corrupção. Ela transforma em pedra o coração do ser humano. Certamente foi por isso que nesse momento outros políticos rondonienses, começam a dar seus primeiros passos repetindo a caminhada trôpega de Raupp, um sério candidato à prisão.

Nesses dias tivemos a prisão de vários prefeitos do interior rondoniense acusados da prática de corrupção, do desvio de dinheiro público. E tivemos também o deputado estadual Lebrão pego com a boca na botija, praticando o esporte que, pelo visto, se tornou preferido de Raupp, agora condenado na alta corte do país.

Quantos políticos nesse jovem estado brasileiro viram suas carreiras terminarem abruptamente empacotados no opróbio, na vergonha e no crime. Foram vários. Citemos alguns como os ex-presidentes da Assembleia igual Carlão de Oliveira, Valter Araújo e até Natanael. Todos com aspiração ao governo do estado. Quando o poder do dinheiro é colocado em primeiro lugar os homens enterram valores que deveriam ser eternos. A ausência desses valores ainda está sendo buscado por outros políticos com mandato. Muitos agem assim por acreditar na falta de justiça, na eterna impunidade.

Seria bom se os políticos de hoje, especialmente aqueles interessados em debutar na vida pública prestassem atenção nos exemplos nefastos da ganância.

A ganância nada tem a ver com o acúmulo de riquezas fruto do próprio trabalho e suor, pensando no bem-estar dos filhos, da família, pensando em amparo seguro na velhice ou no desenvolvimento de um estado. Todos precisam competir e lutar por dias melhores, mas pensando tanto em si como nos outros, compartilhando realizações e conquistas, bem-estar e felicidade.

A ganância no mundo político é diferente da justa ambição na vida pessoal de quem atua na iniciativa privada. Sonhar e buscar o melhor é plenamente justificável quando isso acontece sem passar por cima de tudo e todos. Aqueles integrantes da vida pública gananciosos se trumbicam exatamente por isso: vivem eternamente insatisfeitos com o que têm e atropelam a todos que estiverem em seu caminho, não respeitando nada, especialmente a lei.

Raupp, como tantos outros, começou a carreira pública com bons propósitos. Tinha boa índole. Foi sequestrado pela ganância no meio político, especialmente o de Brasília. Deixou de lado as antigas bandeiras, as preocupações do homem humilde saído do meio rural. Começou, talvez, a acreditar no domínio da política pelos gananciosos e ai não percebeu o despertar de sua própria ganância. Nem acreditou que quando começou a acumular riquezas perderia sua natural preocupação com as imensas injustiças socais, pobreza e fome de seu próprio país.

Políticos do tipo Raupp pululam hoje em toda a Rondônia, em pleno desenrolar de uma campanha eleitoral. Provocam esse sentimento de desilusão em boa parte do eleitorado. A roubalheira espalhada pelo estado, estimulada por exemplos de políticos como o emedebista Valdir Raupp, levam prefeitos e outros políticos à cadeia nas cidades menores, e acaba matando os mais nobres sentimentos humanos como a verdade, o respeito, o amor ao semelhante. Reprimir essas praticas condenáveis precisa ser objetivo ímpar da Justiça.

Possivelmente os políticos que tinham pela frente um grande futuro, com capacidade para influenciar por décadas seguidores e admiradores se transformaram em desilusão e vergonha por serem gananciosos. Nunca leram o ensinamento de Buda sobre o assunto: "É a mente que procura sempre pegar as coisas para si. É a cobiça para ter sempre mais e mais. Dentro de um coração ganancioso há o desejo forte de se obter status social, reconhecimento profissional e fama."

Pensem bem políticos dispostos a iniciar uma carreira na vida pública. Quem tudo quer, tudo perde, diz a sabedoria popular. Tenhamos a consciência de que nenhuma riqueza levaremos desta vida, nem nosso corpo. Nossa alma só levará o bem e o amor que plantamos. A condenação sofrida agora por Valdir Raupp é a revelação de que ele não pensou assim e sem a galinha dos ovos de ouro só conseguirá daqui para frente mais e mais vazio em sua alma insaciável...

CRÔNICA

Poucas vezes senti o coração tão apertado como no sábado passado. Foi mesmo uma semana marcada por tristezas. Primeiro meu neto maravilhoso Álvaro, filho de Roger, acabou se machucando na churrasqueira. Tive, em decorrência disso uma discussão com o meu filho que, por sua vez foi embora magoado. E o netinho quase acabou ganhando os primeiros pontos de sua vida, na testa. Isso tudo na sexta-feira. No sábado foi quando recebi um outro impacto para atordoar o meu emocional: o falecimento do Mikhael Esber.

Quem conhecia a amizade existente entre esse escrevinhador e o falecido certamente vai entender como escrevi a coluna dessa quinta feira, 8 de outubro de 2022.

Certamente poderá imaginar a grande tristeza em meu peito, aprofundada com o anúncio do falecimento desse extraordinário companheiro e verdadeiro amigo. Fiquei muito pesaroso por sua família, pela Magda, sua mulher e seus dois filhos tão bem criados, ambos motivo de orgulho.

Como eles, para mim também o anúncio da morte do Mikhael Esber trouxe-me a doída certeza de, não apenas ter findado um homem admirável, mas, com ele, uma era, um tempo, uma época. Para os meus anos dourados vividos nessa capital rondoniense, Porto Velho, onde Mikhael sempre esteve na melhor relação dos icônicos personagens que nos dava a alegria da amizade.

Conheci esse homem vindo do Líbano quando aqui cheguei e fui morar num casebre da Duque de Caxias.

Ele era a pessoa transformadora que tinha a Pizzaria Avenida um pouco à frente da minha casa, nas proximidades do quartel do exército. O negócio do Mikhael não era apenas vender pizza e bebidas. Seu comércio também era uma oportunidade para valorizar quem tinha talento artístico. Muitos foram lançados ali, com o seu total apoio. Era uma afinidade natural. Poucos sabiam disso, mas Mikhael era um músico de alta qualidade.

Com esse libanês que escolheu Rondônia para construir sua vida os sonhos se realizavam. Um desses sonhos que também vi nascer tornou-se uma realidade encantadora para nosso estado: o Nonato do Cavaquinho.

Era assim o meu amigo que nos deixou. Com ele antecipava-se ser possível sonhar qualquer sonho. Com sua ajuda um dos sonhos desse escriba também se realizou: o “Imprensa Popular”, primeiro jornal de maciça distribuição gratuita no estado rondoniense, chegando a tiragens impressionantes de até 30 mil exemplares no seu primeiro período de existência.

Não fui ao velório desse amigo especial. Em época de Covid19 até o último adeus fica comprometido.

Penso em Mikhael com a mesma tristeza silenciosa que senti por outros amigos que nos deixaram. É claro que não consigo citar todos, pois a lista é enorme. Mas ao me lembrar de gente como o João Lobo, de Amizael Silva, de Paulo Queiróz e do Mikhael lembro das quantas vezes nós e nossas famílias nos reuníamos não mais para sonhar, mas para construir pedaços concretos de desejo resgatando pedacinhos de mundos perdidos e desejados.

Foi com o incentivo dos muitos amigos que já não estão no mais no nosso plano que fiquei aqui em Rondônia, marcando meu tempo na imprensa escrita e falada.

Vindo de São Paulo acabei entendendo que essa terra de pioneiros se transformou na minha Pasárgada; onde fui amigo dos reis, dessas pessoas que tinham toda a intimidade com o inexplicável. Pois é, conheci o Mikhael e sua família e como ele aprendi a amar Rondônia. Ele era o libanês que aqui se sentia em sua própria casa.

Como todos os meus amigos daquela época levados para o plano espiritual, Mikhael Esber não era diferente de ninguém. O que, nele, havia era luz, uma pálida luz que nem ele próprio percebia. Parecia nunca haver escuridão, nem mesmo penumbra na história daquele libanês. Era como se a vida – com todos os contrastes e confrontos – não tivesse complexidade. Mikhael conseguia simplificar o que nos parecia complexo. Para ele, viver não era apenas viver. Para ele, viver era “viver para”, “viver com”. O viver dele foi servir.

O pensador George Bernanos deixou um bom ensinamento: “A graça é esquecer-se”. Não se trata de anular-se, mas de reconhecer-se como parte do universo. Não se pensar “rei e dono das coisas”, mas condômino. Mikhael esqueceu-se de si. Doou-se por inteiro. Sua humanidade completou-se de vez ao se casar com a Magda.

Essa crônica é a despedida respeitosa a um amigo que também me consolou no meu momento mais sofrido, que foi quando meu pai foi levado pelo Altíssimo.

Não é, portanto, uma tentativa de pintar o Mikhael Esber como um santo. Não, ele foi um ser humano com todos os limites de ser humano. Com seus hormônios do Líbano estava sempre pronto a usar o chicote na hora oportuna. Mas conseguia conciliar a vida com que aquilo que São Agostinho ensinava: “Caridade justa, justiça caridosa”.

Pelo conhecimento que tinha dele e pela nossa longa convivência posso imaginar como deve ter sido a sua chegada ao Eterno, onde Jesus o estava esperando. A acolhida deve ter sido assim: “Bem-vindo, meu filho. Você é digno de entrar em minha casa. Pois, “tive fome, e você me deu de comer; tive sede, e você me deu de beber; era estrangeiro, e você me hospedou; estava nu, e você me vestiu; adoeci, e você me visitou; estive na prisão, e você foi me ver.”

ELEIÇÕES

Não é fácil definir um nome para votar com a tranquilidade de que lá frente não nos arrependeremos. Primeiro pelo número exagerado de candidatos lançados pelos partidos. No caso de Porto Velho, a capital de Rondônia, os partidos lançaram 622 candidatos a vereador. É possível que alguns não consigam ser aprovados pela Justiça Eleitoral. Mesmo assim a previsão é de que o número de concorrentes chancelados pelo Tribunal Regional Eleitoral ultrapasse 600 na eleição desse ano de 2020. Para o cargo majoritário de prefeito os partidos lançaram 16 candidatos. Um recorde em se tratando de eleições municipais na capital dos rondonienses.

Há nessa relação o nome de políticos antigos, tarimbados, tentando voltar ao Poder após derrotas sofridas. Há também conhecidos que tentaram, tentam e tentam mas nunca obtiveram a aprovação do eleitor.

VETERANOS

No primeiro caso está Lindomar Garçom. Ele já foi prefeito em Candeias do Jamari, onde conseguiu seu primeiro cargo público, como vereador. Já foi também deputado. Garçom, mesmo após sua última derrota eleitoral não deixou a política. Está sempre se mexendo nos bastidores, negociando interesses próprios, como cargos para si e seu pequeno grupo.

Há outro nomes de veteranos sempre tentando retornar à ribalta onde um dia fincaram seus pés. É o caso de Ted Wilson, que já foi vereador e ocupou também alguns cargos na gestão pública, sempre na esperança de poder voltar. E o que não dizer de outros nomes debutando na disputa, que são candidatos por acreditar na unção do eleitorado em função de cargos que desempenham agora, como Eyder Brasil, atual deputado estadual do PSL e a vereadora Cristina Lopes (PP).

CHUSMA

Nessa chusma de candidatos há aqueles tidos como aventureiros profissionais desconhecidos do grande público, caso de Geneci Gonçalves, nome do radical partido de esquerda, o PSTU, e de Mauro Ronaldo Flores, um gaúcho da reserva da Polícia Militar, do Solidariedade (esquerda) que, nessa campanha, fez coligação com o Partido Verde.

Dessa vez, nessa colcha de retalhos em que se transformou a esquerda portovelhense até o PT precisou apelar para um nome também desconhecido, Ramon Cajuí, um servidor público sem qualquer lastro eleitoral e que mesmo assim se tornou presidente do diretório municipal do PT, que no passado tinha nomes pesos-pesados, como Fátima Cleide, Eduardo Valverde e até o indigitado Roberto Sobrinho para compor suas chapas.

ESQUERDISTAS

Ainda na linha dos partidos esquerdistas o eleitor vai se trombar, com certeza, com aqueles candidatos folclóricos, tipo arroz de festa, presentes em todos os pleitos esperando que “um dia cole” e eles consigam obter um vitória cada vez mais distante. É o caso do Pimenta de Rondônia, do PSOL. Se você acha que a relação acaba ai, está errado: há também, nessa mesma linha de esquerda, o advogado Ruy Motta, representante da fina flor da burguesia portovelhense e que nunca desempenhou outro cargo maior que o de procurador da Assembleia Legislativa, nome do PDT para substituir Hildon Chaves.

CRIA DE HILDON

Ainda tem na enorme relação o social cristão, Edvaldo Soares, que já foi deputado estadual e já tentou uma prefeitura, a de Ji-Paraná, onde foi derrotado.

Também está na corrida o cearense Breno Mendes, advogado acolhido pelo prefeito Hildon Chaves, como seu chefe da gabinete, depois com uma passagem pela Emdur. Em 2018 Breno tentou uma cadeira na Assembleia mas foi derrotado. Na relação dos candidatos a prefeito esperando homologação do TRE ainda tem o nome de Leonel Bertolin, que já foi secretário municipal na péssima gestão de Mauro Nazif.

BANDEIRAS

Agora falemos de Vinícius Miguel, candidato do Cidadania. Seu desempenho na eleição passada fez dele uma das maiores surpresas ao ser um dos mais votados em Porto Velho, superando antigas raposas políticas.

Mas é possível que enfrente esse ano uma série de dificuldades geradas, primeiro pela enorme divisão do campo esquerdista, bem como pelas bandeiras que empunha, como a defesa do aborto, a filosofia de gênero, a escola partidarizada e outras plataformas da esquerda comunista. Impossibilitado de agregar sua identidade política à plataforma liberal onde está ancorada a maioria do eleitorado, Vinicius terá dificuldades de apresentar um programa com estratégias de eficiência para o setor público.

DEFESA DO LEGADO

E finalmente falemos de Hildon Chaves, o candidato à reeleição numa chapa “puro-sangue” pelo PSDB, partido onde ganhou sua primeira vitória, como mero estreante da político. Ele, como tanto se anunciou, não pretendia disputar o pleito por, filosoficamente, não ser simpático ao diploma da “reeleição”. Mudou de ideia no ultimo momento.

Foi, como se afirmou, convencido de que era necessário buscar um novo mandato não só para defender o seu legado mas concluir todo o programa ambicioso de transformar a capital. Isso não deixa de ser uma atitude bastante digna de um prefeito que concluí seu mandato com o diferenciado padrão moral de todos os seus antecessores. Deixar de lutar para continuidade e pela defesa desse legado seria um exagero que permitiria um jogo eleitoral para impulsionar os chamados candidatos despreparados, aventureiros e aproveitadores. Seria ruim para os cidadãos de Porto Velho.

FERRENHA

A participação de Hildon Chaves na disputa não permitirá que candidatos fora do padrão desejado para manter o processo de melhorias nos segmentos mais importantes da vida social, econômica e política de Porto Velho assumam o comando do município. Para quem estava ficando angustiado com o cenário eleitoral que se desenhava, o lançamento de Hildon na disputa foi uma decisão louvável dos tucanos.

FERRENHA

É claro que Hildon Chaves sofrerá dessa vez uma oposição mais ferrenha. Afinal, agora ele está na disputa como vidraça para os concorrentes. Todos os outros candidatos irão coloca-lo na alça de mira. Até aqueles que surgiram como cria política em posições de cargos confortáveis na prefeitura.

Todavia não se deve esquecer que o prefeito termina seu primeiro mandato com um eleitorado que gosta muito de suas bandeiras e da sua postura pragmática com que tirou a cidade do abismo econômico. São eleitores que votarão nele pela solução do grande caos criado nas gestões anteriores como no transporte coletivo e na mobilidade urbana. Foi Hildon que conseguiu acabar com a manada de elefantes brancos dos “viadutos”, paralisados por mais de uma dezena de anos.

PERGUNTINHA

O que haverá de ser de nossos prefeitos depois das eleições, com a pandemia ainda por ai? A previsão é de que logo após as eleições os problemas comecem, logo de saída, com alguns em dificuldades até para pagar o 13º - sem falar na conta da pandemia- sem o auxílio, a partir de janeiro. Seja como for, 2020 é sedutor.

CENÁRIO

No cenário delineado até agora para os municípios de Rondônia temos prefeitos que foram contra o Covid e cacifaram o cabedal de respeito. Temos também os municípios bombardeados de denúncias de corrupção, assim como tem aqueles prefeitos amorfos, que nem roubaram e nem fizeram praticamente nada...


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