RONDONOTICIAS segunda-feira, 17 de junho de 2019 - Criado em 11/10/2001

Júnior Gonçalves na Casa Civil


Por Antônio Queiroz

07/05/2019 09:29:01 - Atualizado

Hoje, em rodas de amigos que a política seja o tema central , a nomeação de Júnior Gonçalves para chefe da Casa Civil do Governo do Estado de Rondônia domina. Há um consenso quanto a indicação do publicitário de Jaru. Sabe-se que, o mesmo nunca esteve em nenhum cargo eletivo e que tenha experiência para lidar com as "cobras" da Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia. As informações dão contas que a nomeação feita pelo governador Marcos Rocha teria sido para honrar compromisso de campanha com o pai do novo chefe da Casa Civil. Até aí, não há nenhuma novidade.A novidade é que "macaco velho" nos bastidores da política rondoniense e mais liso do que um candiru ensaboado, o deputado Laerte Gomes, presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, está em céus de brigadeiro. Dá as cartas e não pede troco. 2020 e 2022 estão batendo à porta. O coronel Marcos Rocha, na opinião do velho índio Tabajara da Tribo Cariri, pisou na bola quando não entrou na disputa pela presidência do Legislativo Estadual, abandonou uma pretensa candidatura do deputado Lebrão, Edir Brasil montou em cima do pangaré e viu Laerte ser eleito sem esforço. O grupo de oposição ao governo do Estado, vibrou com a falta de maturidade e, agora, se quiser ter maioria no Parlamento do Estado, deve estar negociando projeto por projeto. É cansativo!!! Nas votações, o governo está levando mais pau do que mala velha para tirar o mofo. Discurso de publicitário não enche barriga de nenhum parlamentar. O buraco é mais embaixo. A salvação, caso ocorra, está nas mãos do deputado ariquemense Alex Redano, que está ocupando a vice-liderança do governo do Estado na Assembleia Legislativa. Essa nomeação significa que o deputado Edir Brasil não estava dando do recado. Também sem experiência, Brasil não ia e nem ficava - em sentido contrário ou igual. Era muito blá, blá, blá !!! A interlocução entre o governo do Estado e a Assembleia Legislativa passa obrigatoriamente por quem sabe o que é bastidores da política rondoniense. O velho índio Tabajara é paraibano e torce pelo progresso e desenvolvimento de Rondônia. Na tribo, ninguém adota o slogan do "quanto pior, melhor". Agora, nas reuniões de fim de tarde, os anciões das aldeias alertam para que a gestão Marcos Rocha não siga a gestão Jair Bolsonaro. É uma dicotomia política e que merece estudos e mais estudos do atual quadro administrativo, pois a tendência - caso Alex Redano - não consiga articular na Assembleia Legislativa é ver o, futuramente, o circo pegar fogo. Afinal, o que mais se tem é gente com combustível às mãos e fósforos prontos para atear fogo. Quem viver, verá!!! Pois, Dia de Índio já passou e não teve comemoração...buáááááá. Antes de encerrar: o silvícola avisa que não tem nada contra e nem a favor de Júnior Gonçalves...que seja feliz em sua árdua missão.


*Antônio Queiroz é repórter



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